Um livro-coletânea I
GESTÃO DE EMPRESAS NA ERA DO CONHECIMENTO |
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  Vivemos hoje a Era do Conhecimento, enquanto processo que põe a Humanidade a gerenciar racional e adequadamente a Ciência e a Tecnologia. É um momento decisivo de virada filosófica, que pode ajudar a criar mais suporte para uma Nova Idade Humana, como defendem o Grupo Granja [1] e o Centro de Estudos do Humanismo CrÃtico [2], presidido pelo educador e filósofo Manuel Reis, de quem lembro o seguinte: ?Na bio-sócio-antropogénese, não se pode esquecer que os Humanos se constituem, essencialmente, como os únicos Sujeitos possÃveis (Sujeitos responsáveis!...), quer da sua própria história, quer da História das Sociedades e do Mundo [...], que é a alvorada do chamado Homem Moderno, ou seja, daquele ser que sabe que sabe?... [3]. Por isso, ?Cabe a nós escolhermos por que via queremos que o mundo adira à sociedade do conhecimento. A história sempre foi cruel para os covardes: não podemos nos acovardar achando que a gestão do conhecimento é um mero conjunto de técnicas. Muito mais que isso, é a implantação de uma filosofia, que pode ser colaborativa ou, por outro lado, pode estimular ainda mais a competição desenfreada de todos contra todos. Quem deseja trabalhar com gestão do conhecimento, mais do que técnicas, deve aprender primeiro a colaborar e compartilhar?, como alerta a Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento [4].   A coletânea GESTÃO DE EMPRESAS NA ERA DO CONHECIMENTO, livro cuja idéia teve fonte no notável Prof. Jayme Teixeira Filho [1957-2002] e continuação na visão empreendedora e solidária do Eng. Ricardo Vidigal da Silva, que, com Ana Neves, assumiu a sua organização, traz a público ?...a necessária discussão em torno dos conceitos que embasam, corporativamente ou não, a ação Treinamento & Desenvolvimento [T&D] e a da Tecnologia da Informação [TI] ? ações que dinamizam a Sociedade do Conhecimento [SC] e fazem interagir comércios, indústrias e culturas; uma discussão tanto mais necessária quanto necessária é a visão sócio-cultural da Pessoa Humana Empreendedora que se sabe portadora de raÃzes, logo, portadora do Universo Comunitário que também se deve fazer presente no Universo Corporativo?[5].   No geral, o livro deve ser tido como ?...leitura e ferramenta para uma melhor compreensão do Universo Corporativo e do Olhar Individual Que Cria Comunidade & Conhecimento, e desde já a suscitar a urgente observação entre o Social [Comunidade] e o Societarismo [Corporativismo empresarial e polÃtico], de forma a que o Mundo Global não descambe na Animalidade da competição que visa Lucro sem gerar Responsabilidade Social? [6].
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